Ontem (26.07) foi dia dos avós. Tenho em minha casa a melhor avó do mundo. Desculpem-me às outras, mas minha mãe é a melhor avó que pode existir. Mesmo tendo se tornado avó oficialmente só em 2009, a Dona Teresinha aqui já é uma típica avó desde 1985, quando do nascimento dos meus irmãos. Um deles sempre diz “eu não tenho mãe, tenho vó”. Isso porque a nossa mãe sempre foi a melhor vó que existiu. Mesmo pra nós, os filhos! E agora, com um casal de netos (esses, de verdade), ela se mostra a cada dia uma avó um pouco melhor. Os netos disputam o colo da vovó, correm pros braços dela para serem consolados, dão sorrisos indescritíveis quando a enxergam e são completamente apaixonados por ela
Por que eu escrevi tudo isso? Porque eu também sou completamente apaixonada pela minha avó mãe e ela não merecia ficar sem uma mínima homenagem nesse humilde blog que cultivo (aos trancos e barrancos) em nome da minha filha. E por saber que, se o amor de mãe é o maior amor do mundo, o amor de vó é o maior amor de todos os mundos.
Que fique aqui registrado que esse post deveria ter sido escrito ontem, mas não consegui por motivos de sono força maior.
